terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Caralluma fimbriata

Caralluma fimbriata SERÁ RETIRADA DO MERCADO

Vai chegando o verão e as pessoas perdem a noção dos limites nos métodos para perder peso. Adotam dietas drásticas ou usam produtos desconhecidos para atingir seus objetivos.

Um produto amplamente divulgado nas farmácias de manipulação e vendidos sem controle nenhum pela internet era a tal Caralluma fimbriata. A propaganda recomendava o uso para reduzir o apetite a proporcionar sensação de saciedade. Ou seja, o que todo mundo quer. Mas, como para emagrecer não existe milagre, finalmente a ANVISA resolveu agir e publicou alerta à população sobre os riscos de consumir produtos de origem e efeitos desconhecidos que são comercializados sob a alegação de promover emagrecimento. Por essa razão, uma resolução da Agência publicada nesta terça-feira (21/12) no Diário Oficial da União suspendeu a importação da Caralluma fimbriata, além da sua fabricação, distribuição, manipulação, comércio e o uso em todo o território nacional.
A medida de suspensão de uso da Caralluma fimbriata é diretamente dirigida à população, a quem a Anvisa recomenda que abandone o consumo desse produto, cuja composição não foi analisada pela Agência e que, por isso, são desconhecidos os efeitos adversos que podem trazer à saúde humana (www.anvisa.gov.br – 21/12/10).

A primeira ação da Anvisa em relação às falsas alegações de propriedades relacionadas ao emagrecimento foi tomada em maio deste ano, quando houve a proibição de propaganda de insumos anunciados como naturais e com propriedade capazes de acelerar a perda de peso.

Então, por favor, para emagrecer é dieta controlada e exercícios físicos adequados. Não inventa moda!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

De olho neles!

Recebi este texto pelo e-mail e resolvi multiplicar.

Aumento de 62% nos vencimentos, e que de Brasília vem em cascata para a Assembléia Legislativa e etc, etc, etc.

Ao todo, 279 deputados federais apoiaram o requerimento de urgência para a votação do projeto de decreto legislativo que aumentou os vencimentos de deputados federais, senadores, presidente e vice-presidente, ministros para R$ 26,7 mil. Apenas 35 se manifestaram contra a urgência de votar. O novo salário entra em vigor a partir de 1º de fevereiro de 2011. A aprovação do regime de urgência abriu caminho para que o texto fosse aprovado a toque de caixa logo em seguida. Primeiro, pelos deputados e, depois, pelos senadores.
Nas duas Casas, a votação foi simbólica, ou seja, do tipo em que o congressista não declara seu voto. Na simbólica, quem preside a sessão anuncia: “Aqueles que aprovam, permaneçam como estão”. Para, em seguida, emendar: “Aprovado”.
Por se tratar de decreto legislativo, o texto não será enviado à sanção presidencial, expediente que permite eventuais vetos.
No Senado, apenas três senadores se manifestaram contra o aumento salarial:
A senadora Marina Silva (PV/AC),
O líder do PSOL, senador José Nery (PA)
O líder do PSDB, senador Alvaro Dias (PR)

SENADORES DO RIO GRANDE DO SUL: Pedro Simon (PMDB) — Mandato termina em 2014: "Votei a favor do reajuste porque quero que seja extinta a verba de representação. Entrei hoje (20.12.2010) com projeto extinguindo a verba de representação."

Paulo Paim (PT) — Reeleito, "Como foi aprovado, sou contrário. Nem sabia da votação. Sempre fui favorável a um entendimento definitivo sobre o tema para a retirada dos penduricalhos."

Sérgio Zambiasi (PTB) — Não se candidatou. "Nem sabia que estava na pauta, não foi anunciado. Foi precipitado, votado às pressas, sem chance de discutir. Poderiam ter deixado para a próxima legislatura."

Veja como os DEPUTADOS do Rio Grande do Sul votaram o regime de urgência do aumento que os beneficiou, de acordo com as informações da própria Câmara:
Cláudio Diaz PSDB Sim
Darcísio Perondi PMDB Sim
Fernando Marroni PT Sim
Germano Bonow DEM Sim
José Otávio Germano PP Sim
Luis Carlos Heinze PP Sim
Marco Maia PT Sim
Mendes Ribeiro Filho PMDB Sim
Osmar Terra PMDB Sim
Paulo Roberto Pereira PTB Sim
Pompeo de Mattos PDT Sim
Renato Molling PP Sim
Sérgio Moraes PTB Sim
Vieira da Cunha PDT Sim
Vilson Covatti PP Sim
Emilia Fernandes PT Abstenção
Luciana Genro PSOL Não
Paulo Pimenta PT Não


Quem não votou: Beto Albuquerque (PSB) — Reeleito "Não votei, mas me posicionaria contra se estivesse lá. Se tivesse só correção da inflação, seria justo. Um aumento neste tamanho não tem razoabilidade."

Afonso Hamm (PP) — Reeleito "Não votei, mas sou favorável. Só lamento que não fizemos as outras votações necessárias. A mesma agilidade deveríamos ter para o reajuste dos policiais."

Enio Bacci (PDT) — Reeleito "Não votei, mas sou contrário. A questão de aumento salarial de parlamentar tem de ser precedida de uma ampla discussão com a sociedade."

Henrique Fontana (PT) — Reeleito "Não estava no plenário no momento da votação, mas sempre defendi o reajuste de acordo com a inflação. Isso resultaria num aumento perto de 25%."

Ibsen Pinheiro (PMDB) — Não se candidatou "Não votei, mas sou favorável. Foi uma reposição de uma igualdade constitucional. Fico muito à vontade porque estou falando de algo que não me afeta pessoalmente."

Manuela D'Ávila (PC do B) — Reeleita "Eu teria votado contra se estivesse aqui (estava em viagem à África). Temos pautas mais importantes para votar como o aumento do salário mínimo."

Maria do Rosário (PT) — Reeleita "Não votei. Ainda que os valores sejam altos, há um aspecto positivo: não existe mais reajustes a partir de agora. Os deputados não reajustarão mais os seus próprios salários.

Nelson Proença (PPS) — Não se reelegeu "Não votei. Os deputados, como juízes e ministros, têm de ganhar bem. Tem de acabar com a hipocrisia. Sou a favor que se ganhe bem e acabe com os penduricalhos."

Pepe Vargas (PT) — Reeleito "Eu não votei, mas a minha posição era de que tinha de ter aumento pela inflação. A forma como foi aprovado ontem foi um equívoco."

Renato Molling (PP) — Reeleito "Nós deveríamos ter aumento, mas foi exagerado. Eu não estava no plenário na hora da votação, mas, se estivesse, entre votar e não votar, teria votado a favor".


USE FILTRO SOLAR



O verão já está aí e o sol já está tinindo! Está na hora de escolher um produto que deverá lhe acompanhar todos os dias.

Felizmente, existem muitas opções no mercado. Há anos atrás, os produtos apresentavam texturas pesadas e pouco agradável para peles oleosas. Hoje podemos contar com tecnologia poderosa que proporciona conforto e segurança.


Para ajudar na sua escolha, aqui vão algumas dicas para entender o rótulo desses produtos:


FPS: o fator de proteção solar quantifica a proteção contra os raios ultravioleta do tipo B - UVB. Os raios UVB penetram superficialmente e causam as queimaduras solares. É o principal responsável pelas alterações celulares que predispõem ao câncer da pele. Para facilitar o entendimento: FPS 15 significa que levar 15 vezes mais tempo para ficar com a pele vermelha do que se estivesse sem proteção solar.

UVA: significa que o produto também tem proteção para raios ultravioleta do tipo A. radiação UVA possui intensidade constante durante todo o ano, atingindo a pele praticamente da mesma forma durante o inverno ou o verão. Sua intenidade também não varia muito ao longo do dia, sendo pouco maior entre 10 e 16 horas que nos outros horários. Por isto a necessidade de usar filtro durante todo o ano. Os raios A penetram profundamente na pele, sendo a principal responsável pelo fotoenvelhecimento. Tem importante participação nas fotoalergias e também predispõe a pele ao surgimento do câncer. O UVA também está presente nas câmaras de bronzeamento artificial, em doses mais altas do que na radiação proveniente do sol. A quantidade de UVA emitida por uma câmara de bronzeamento pode chegar a ser 10 vezes maior que a da luz solar. Pode-se imaginar o dano causado à pele por este tipo de tratamento.


Não comedogênico: o produto não provoca cravos e espinhas.


Resistente a água: o produto resiste aproximadamente até 40 minutos de imersão.


Fotoestável: indica que o filtro mantém sua capacidade de ação íntegra mesmo o frasco ficando sob ação solar.


Antienvelhecimento: contém agentes que auxiliam a evitar o processo de envelhecimento da pele, minimizando o aparecimento de sinais e manchas.


Livre de PABA ou "PABA Free": filtros que não contém a substância PABA (um tipo de conservante), que tem alto poder de causar alergias.


É importante lembrar que economizar na quantidade do filtro solar pode fazer com que a proteção caia pela metade. Então atenção aos detalhes:


  1. Passar o filtro uns 20 minutos antes de se expor ao sol. O ideal é aplicar ainda em casa, antes de colocar o maiô, sunga ou biquini, em frente ao espelho para não esquecer de nenhum cantinho.

  2. Não vale passar uma quantidade de filtro do tamanho de um grão de ervilha e tentar espalhar por todo o corpo. Não economize. Para o rosto: aplicar o equivalente a dois grãos de ervilha. Pernas, coxas, tronco e braços: uma colher de chá para cada uma destas áreas.

  3. Reaplicar a cada duas horas ou mais seguidamente se praticar exercícios físicos, dar um mergulho ou transpirar excessivamente.

  4. Não facilite com o rosto. FPS no mínimo 30.

  5. Suspenda o uso de cremes clareadores no verão. Agora é momento só de proteção. Caso contrário suas manchas voltam sem perdão.

Detalhe: os raios UV estão mais danosos. O que há anos atrás, usar o FPS 15 era suficiente, agora, o melhor é apelar para no mínimo o FPS 30.


Na dúvida, peça orientações ao seu farmacêutico de confiança (hehehe)


Agora é só aproveitar o sol!