terça-feira, 17 de agosto de 2010

SwáSthya Yôga

Eu pratico Yôga há 18 meses, e quando converso com amigos sobre este assunto sempre perguntam sobre a prática. Resolvi então, colocar no blog algumas informações sobre o SwáSthya Yôga. Vale comentar que evolui muito desde o início da prática. Respiração, relaxamento, flexibilidade, autocontrole, superação e vitalidade são apenas alguns pontos que percebo claramente nesta evolução. Meu objetivo é não abandonar a prática e evoluir sempre.

O Yôga (escrito sempre com acento circunflexo, com Y, pronunciado com ô fechado e no gênero masculino) é uma técnica dinâmica e lindíssima que surgiu na Índia há mais de 5000 anos.
O Yôga ensina, por exemplo, como respirar melhor, como relaxar, como concentrar-se, como trabalhar músculos, articulações, nervos, glândulas endócrinas, órgãos internos, etc, através de técnicas corporais belíssimas, fortes, porém que respeitam o ritmo biológico do praticante.
"A yóga" surgiu no Rio de Janeiro, na década de 60 (está documentada no livro Hatha Yóga, a ciência da saúde perfeita, Caio Miranda, 1962, Editora Freitas Bastos, Rio de Janeiro).
Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi. Samádhi é o estado de hiperconsciência que só pode ser desenvolvido pelo Yôga. Samádhi está muito além da meditação. Para conquistar esse nível de megalucidez, é necessário operar uma série de metamorfoses na estrutura biológica do praticante. Isso requer tempo e saúde.
Os efeitos sobre os órgãos internos, sistema nervoso e endócrino, flexibilidade, fortalecimento, aumento de vitalidade e administração do stress, fazem-se sentir muito rapidamente.
O Yôga proporciona saúde e vitalidade, mas se pessoas enfermas ou idosas tentarem praticar, terão que satisfazer-se com uma interpretação tão extremamente simplificada e adaptada que termina comprometendo a autenticidade e transformando-se numa outra coisa que não pode mais chamar-se Yôga, nem tem a mesma proposta. O Yôga também não é para crianças. É para adultos jovens de 16 anos em diante.

O Yôga não tem nada a ver com religião. Em termos teológicos o que caracteriza a religião é o dogma de fé. Não tendo dogmas, não pode ser religião. O Yôga não os tem.
O reencarnacionismo e o espiritualismo pertencem a outra filosofia indiana chamada Vêdánta. Várias outras correntes de pensamento indianas também adotam tais conceitos, mas não o Yôga puro pelo fato de este não possuir teoria especulativa.
O Yôga é estritamente técnico. Fique atento: quando alguém se propuser a falar sobre Yôga, mas abordar temas teórico-especulativos ou doutrinários poderá estar ocorrendo equívoco ou má fé.
O Yôga não é nenhum tipo de ginástica nem modalidade alguma de Educação Física. Uma prática completa de Yôga compreende técnicas emocionais, mentais, corporais, bioenergéticas, através de procedimentos orgânicos, respiratórios, relaxamentos, limpeza de órgãos internos, vocalizações, concentração, meditação. Ora, isso não pertence à área de Educação Física. Mesmo as técnicas corporais do Yôga não são atividade física nem desportiva e são completamente diferentes das da ginástica.
O Yôga Antigo não é uma espécie de relaxamento. Ele é biológico, não cansa e não agride músculos, ligamentos ou vértebras. Contém técnicas de relaxamento, mas elas constituem apenas uma pequena parte. O que ocupa a maior parte do tempo de uma prática regular são os outros procedimentos, tais como os respiratórios, as técnicas orgânicas, a concentração, os mantras, a meditação, etc.
O SwáSthya Yôga proporciona uma flexibilidade espantosa e um excelente fortalecimento muscular. Com suas técnicas biológicas beneficia a coluna vertebral, e todos os órgãos.
O SwáSthya Yôga é para pessoas sensíveis, educadas, cultas, saudáveis, dinâmicas, disciplinadas, alegres e de bem com a vida. Quer saber mais detalhes? Procura pelo site oficial:
http://www.uni-yoga.org.br/tudo_sobre_yoga.php#iten1

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